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Mães de Maio

Nos últimos 20 anos, São Paulo testemunhou uma expansão vertiginosa do sistema penitenciário, mais que triplicando o número de vagas então existentes. Em detrimento de alternativas educacionais aos nossos jovens e de tratamento digno para dependentes químicos, a “solução” penal foi intensificada, se não bastasse sem as garantias previstas pela Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984) e pelo Estatuto da Criança e do adolescente. Nas periferias há um misto de ausência de um Estado provedor do bem-estar social e do excesso do Estado punitivo através das forças de repressão e da violência letal acobertada pelo uso do termo “resistência seguida de morte”. Ao mesmo tempo em que as práticas de extermínio se multiplicam e vem espalhando as mortes violentas de moradores pobres, preferencialmente jovens e negros, das periferias da cidade. As instituições e as políticas de segurança não podem estar a serviço de uma máquina de guerra, quaisquer que sejam as suas causas, seus atores e suas motivações. A lógica da guerra para o enfrentamento de problemas relativos à segurança pública é o que introduz e aprofunda a insegurança que hoje afeta a vida de homens e mulheres dessa cidade. Os responsáveis pela segurança pública devem estar à altura da responsabilidade de suas atribuições e o uso de práticas extra-legais que alimentam essa guerra não podem ser toleradas e muito menos devem fazer parte dos recursos do Estado. O alvo dessa lógica punitiva são aqueles que podem ser identificados pelos três adjetivos: “pretos”, “pobres”, “periféricos”. Trata-se de uma política seletiva. Nesse momento em entra na pauta política uma parceria entre o Governo Estadual e o Governo Federal, entendemos que as opções a serem discutidas e negociadas não devem ser uma mera soma às políticas punitivas praticadas pelo Governo paulista. Devem ser regidas por uma política de segurança que garanta os direitos e a participação de todos. Uma política de segurança que desative a lógica da violência e extermínio que hoje prima em nossa cidade. Uma política de segurança construída com a participação efetiva dos Outros, os que são afetados pela lógica cada vez mais militarizada da gestão do social. O que pedimos é uma nova soma. Quer dizer: Uma Democracia Real. E isso tem que ser agora, pois o limite entre ficar vivo e ser exterminado está mais turvo do que nunca. Parem de matar! Adalton Marques (LEAP-UFSCar e FESPSP) Vera Telles (USP) Marisa Feffermann (GEDS /USP) Paulo Eduardo Arantes (USP)

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SAIBA COMO FOI O SEMINÁRIO "A EXCEÇÃO E A REGRA"

SAIBA COMO FOI O SEMINÁRIO "A EXCEÇÃO E A REGRA"

O seminário "A Exceção e a Regra" foi realizado em 2012, saiba mais...

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Cena do novo vídeo documentário da peça CARNE.

O link do vídeo está em destaque na página principal!!! Veja!!

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CARNE (trechos selecionados)

Trechos do trabalho cênico CARNE, registrado no CEU Perus, São Paulo, em outubro de 2010.

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MANIFESTAÇÃO!!!

Manifestação pela cultura pública e contra a renúncia fiscal.

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Entrevista com Fernando Kinas

Entrevista sobre a Kiwi Companhia de Teatro realizada durante a Mostra Sesc de Artes, em novembro de 2007.

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Trechos em vídeo do trabalho cênico CARNE

Trechos em vídeo do trabalho cênico CARNE

Vídeo compacto do trabalho cênico CARNE

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Actions of Transfer

Confira a cobertura fotográfica do seminário Actions of Transfer: Women's Performance in the Americas.

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Passeata pela descriminalização do aborto

A Kiwi Cia de Teatro participou da passeata pública pela descriminalização do aborto, ao lado de movimentos históricos feministas e femininos de todo o Brasil, como As Loucas de Pedra Lilás (Recife,PE) e a Marcha Mundial de Mulheres. A manifestação dá continuidade ao processo de construção do trabalho "Carne", da companhia, sobre opressão de gênero e violência contra a mulher. Confira as imagens clicando no link abaixo.

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